A gente cresce cercada de referências sobre quem deveria ser, o que deveria conquistar e como uma vida bem-sucedida deveria parecer.
Família.Relacionamentos.Dinheiro.Carreira.Negócio.Status.A forma certa de viver.A idade certa para chegar lá.
E, no meio de tudo isso, algumas expectativas vão ficando tão nossas que a gente nem lembra de perguntar de onde elas vieram.
Você vai construindo. Mas o incômodo continua aí.
Mas o que, no meio disso tudo, é realmente meu?
Não significa jogar tudo para o alto, abandonar seus planos ou descobrir uma versão “verdadeira” escondida em algum lugar. Significa separar o que você escolheu daquilo que simplesmente aprendeu a repetir.
Talvez você queira dinheiro.Talvez queira reconhecimento.Talvez queira uma empresa enorme.Talvez queira uma empresa pequena.Talvez queira trabalhar muito.Talvez queira ter mais tempo.Talvez queira tudo isso junto.
Uai, pode querer.
A questão não é querer menos. É saber se aquilo que você está construindo combina com a pessoa que você quer ser e com a vida que você quer viver.